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| Palácio Rio Negro - Foto: Roberto Bessa |
No
mês de Fevereiro de 1896, tanto o
Palácio quanto a residência que existia ao lado, pertencentes aos
herdeiros do Barão do Rio Negro, foram vendidos ao Estado do Rio de Janeiro e
passou a servir como residência oficial do governante. Mas, em 1903, o Palácio
passou a pertencer ao Governo Federal e com isso tornou-se residência oficial
de verão dos presidentes da República.
Em
fevereiro de 1896, o Palácio e a casa ao lado, pertencentes a um dos filhos do
Barão, foram vendidos ao Estado do Rio de Janeiro para servir de residência
oficial do governante. Em 1903, o Palácio foi incorporado ao Governo Federal e
passou a ser residência oficial de verão dos presidentes da República.
É
também um museu dedicado à memória da República. Dentre os presidentes que
passaram os verões no Palácio Rio Negro estão: Rodrigues Alves, Afonso Pena,
Nilo Peçanha, Hermes da Fonseca, Wenceslau Brás, Epitácio Pessoa, Artur
Bernardes, Washington Luiz, Getúlio Vargas, Gaspar Dutra, Café Filho, Juscelino
Kubitschek, João Goulart e Costa e Silva. O seu mais assíduo frequentador foi o
Presidente Getúlio Vargas e Luis Inácio Lula da Silva em 2008. O casamento de
Hermes da Fonseca com a senhora Nair de Teffé, foi celebrado no Palácio.
Por
várias décadas, constituíram-se relatos a respeito de fatos curiosos sobre a
passagem de alguns presidentes, que hoje são fontes de pesquisa sobre a
presença da República na cidade. De acordo com informações, o Palácio Rio Negro
é vinculado ao Museu da República, ao IBRAM e integra a memória da cidade de
Petrópolis.
Foram
feitos no piso do andar térreo restaurações que revelaram a decoração original
em madeira de pés de café, que era símbolo da riqueza do Barão do Rio Negro e
em exposição estão o mobiliário e os objetos que foram selecionados do acervo
sob a guarda do Museu da República e quadros de todos os presidentes se
hospedaram nos verões em ordem cronológica, desde Washington Luiz até Luis
Inácio Lula da Silva.

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