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| Museu Imperial e uma das sedes do Conservatório de Música Fonte: Internet |
Muito importante na vida musical das pessoas que moravam
na Corte, uma instituição de ensino que formou músicos e organizou eventos, o
conservatório de música do Rio de Janeiro foi fundado no segundo Reinado no ano
de 1841, por Francisco Manuel da Silva, o autor do Hino Nacional Brasileiro,
com o patrocínio do governo Imperial. Entretanto, começou a funcionar efetivamente
no ano de 1848, em um salão do Museu Imperial no Rio de Janeiro, tendo somente seis professores.
A primeira sede do conservatório passou a ser no prédio
da Academia Imperial de Belas Artes em 1855 e no mesmo ano começou a ser
organizado concurso para a escolha de mestres e prêmio para viagens ao
exterior. A sede foi inaugurada pela Princesa Isabel em 1872. Logo após o
Brasil ter se tornado República, o conservatório passou por uma reforma e
começou a ser chamado de Instituto Nacional de Música e seu diretor foi
Leopoldo Miguez.
Durante a direção, 1913, de Alberto Nepomuceno, o
Instituto teve uma nova sede, o currículo e o regimento interno foram
repaginados também, além de terem sido abertos concursos para a contratação de
novos docentes e a criação da Congregação da Instituição.
A primeira orquestra foi formada em 1923 e era regida por
Francisco Braga. Já na Administração de Luciano Gallet, 1930, teve início uma
nova reforma curricular e foi implantada durante a gestão de Guilherme
Fontainha, que lançou também a Revista Brasileira de Música no ano de 1934. Com
a absorção do Instituto pela Universidade do Rio de Janeiro, este acabou
encerrando suas atividades como autônomo.
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| Casa Duque Estrada Meyer Fonte: Internet |
No ano de 1937 a Universidade do Rio de Janeiro passou a
se chamar de Universidade do Brasil e o Instituto Escola Nacional de Música,
porém em 1965 por conta do Decreto nº 4.759, a Universidade do Brasil voltou a
ser chamada de Universidade do Rio de Janeiro e a Escola Nacional de Música,
Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro
A
relação do Instituto de Música com a cidade de Petrópolis, se dá através do
músico, maestro e compositor Paulo Augusto Duque Estrada Meyer, o Duque Estrada
Meye,um flautista de renome no Rio de Janeiro no final do século XIX e foi
professor do Conservatório de Música e diretor do Instituto Nacional de Música,
cuja sua residência construída em 1920, encontra na cidade e pertenceu aos seus
herdeiros.


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